quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Para Cubano ver!

No post de hoje temos uma bela dica de harmonização que realizamos em nosso último encontro da Confraria do Pub 23. Na verdade, uma harmonização um pouco inusitada, pois não se trata de um prato harmonizado com cerveja, e sim de cerveja e charuto!

Detalhe: nenhum dos confrades é fumante, e a maioria é contra o fumo, porém, a experiência foi muito interessante.

Harmonizamos Charuto Romeo y Julieta com cerveja Aecht Schlenkerla Rauchbier.

As cervejas Rauchbier, também chamadas de Smoked Beer, são uma especialidade histórica da cidade de Bamberg - Baviera, Alemanha. Utilizam maltes defumados em madeiras especiais. Isso proporciona um aroma bastante especial.

A cerveja utilizada nesta harmonização, eu confesso, não é uma cerveja que eu consiga beber naturalmente... talvez uma garrafa de 500ml já seja muito! O aroma dela me lembra aquele cantinho do supermercado onde ficam os produtos utilizados na feijoada (calabresa, costelinha de porco defumada, etc)... rsrs

Aí é que vem o X da questão! Harmonizada com charuto, esta cerveja caiu como uma luva! O charuto deixa uma sensação picante na boca e não chega a sobrepor o sabor da cerveja, porém, ameniza bastante aquele peso que ela possui.

Para quem gosta, fica aí a dica!

Saúde!!! 

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Cervejas curiosas - Kwak

Com o post de hoje, iniciaremos uma série relacionando algumas cervejas que possuem alguma história curiosa. E para começar, vamos falar da Kwak. Esta cerveja tem uma história bem curiosa que nos incentiva a procurar degustá-la, apesar de uma cerveja deste porte não necessitar de muitos motivos para ser degustada.

Produzida pela fábrica da família Bosteels (a mesma da Tripel Karmeliet e da DeuS), esta é uma Belgian Strong Ale com 8% de teor alcoólico, com aroma de malte predominante, levemente frutada e adocicada. Tem um sabor marcante de caramelo e levemente frutada. Tem um colarinho de boa qualidade e é de cor âmbar profundo.

Esta cerveja recebeu o nome em homenagem a Pauwel Kwak, proprietário e mestre cervejeiro da cervejaria De Hoorn.

A cervejaria de Pauwel era muito famosa na época (por volta de 1790) entre os cocheiros. Porém, uma lei local impedia que os cocheiros "abandonassem" suas carruagens e cavalos no meio das ruas para ficar bebendo em bares. Com isso, Pauwel elaborou um copo que poderia ser acoplado a um suporte das carruagens e os cocheiros poderiam "calibrar" sempre que faltasse o líquido precioso, na porta do bar, sem precisar abandonar suas carruagens.

Até hoje a cerveja segue a tradição de ser servida no copo especial, que além de tudo, emite um som (que lembra Kwak) enquanto você bebe a cerveja. Pelo formato do copo, quando o nível está próximo ao final do "pescoço" do copo, ao virar o mesmo para beber, o líquido "cai" no bulbo do copo emitindo tal som.

Fica aí a dica para quem quiser provar uma cerveja realmente boa!

Saúde!!!

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Cerveja e ho-ho-ho

Com esta data especial chegando, nada melhor do que falar sobre as cervejas natalinas, que vem se tornando cada vez mais uma tradição.

Ao longo do tempo uma tradição de apreciar cervejas mais ricas e com teor alcoólico elevado veio ganhando força. Como no hemisfèrio norte faz frio na época de Natal, muitas cervejarias produzem cervejas sazionais exclusivas de modo mais elaborado que as suas cervejas comuns. Estas cervejas em geral são mais escuras, mais fortes e temperadas.

Algumas versões de cervejas natalinas encontradas aqui no Brasil são:

Baden Baden Christmas
Ale bem carbonatada (frisante), que lembra muito uma champagne. Teor alcoólico de 5,5%, e bem frutado. Além da cevada, também é ultilizado malte de trigo.

Eisenbahn Weihnachts
Amber Ale, com teor alcóolico de 6,3%. É uma cerveja natalina da Eisenbahn que segue receita especial.

St Feullien Cuvée Noel Cerveja belga, com notas de toffe e frutado bem equilibradas. Tem 9% de teor alcoólico e baixo amargor.

Delirium ChristmasCerveja belga com aroma e sabor de frutas vermelhas e notas defumadas. Apresenta 10% de teor alcoólico.

Eggenberg SamichlausCerveja Lagar de coloração dourada com aroma tostado seco e pimenta. Muito maltada. É uma cerveja bastante conhecida por seus 14% de teor alcoólica, que a colocam no Guinness Book como a lager mais alcoólica do mundo.

Saúde e Feliz Natal!!!

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

A mais alcoólica

Após o post falando do Coice da Coruja, lembrei de algo que ainda não tinha postado aqui no blog... Há poucos dias a cervejaria Brewmeister lançou sua mais nova cerveja: Armageddon.

Uma cerveja com 65% de graduação alcoólica que chega em garrafa de 330ml por um preço aproximado de 80 libras no Reino Unido (equivalente a R$ 260,00).

Seus criadores informam que o produto deve ser apreciado como conhaque, por ser tão forte, e descreve-na como "de espessura densa e ligeiramente doce, como um licor" (o fato de parecer com um licor é uma característica presente em quase todas as cervejas muito alcoólicas).

Como o preço é bem salgado e a cerveja deve ser bebida em doses leves, a cervejaria estuda o lançamento de uma versão menor, em embalagens de 35ml. Esta embalagem ficaria com o preço em torno de 5 libras (R$ 16,00).

Antes deste lançamento, a mais alcóolica cerveja conhecida era a Start the future, da cervejaria holandesa Koelschip, com 60% de álcool.

O problema todo é o seguinte: até onde eu sei e bem me lembro, a legislação brasileira não permite a entrada de bebidas com mais de 50% de álcool (até o absinto que vem pra cá é transgênico, não é?).

Saúde!!!

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Fora de série

O post de hoje fala da série "fora de série" da nossa já famosa Família Coruja.

Após a Baca e a Labareda, a terceira cerveja da série, a Coice, vem com imensos 12% de álcool, notas de canela em pau. É uma Lager escura com 12% de álcool que armoniza bem com carnes assadas.

Vale a pena provar! Já provou? Deixe suas impressões em nossos comentários!

Saúde!!!